Mostrando postagens com marcador Bruno Lorensato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bruno Lorensato. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Você é Pobre?

Você já comprovou se é realmente pobre? 
Aposto que não, até mesmo porque só pobre verifica se é realmente pobre.

Verifique com base no teste do site: Os Vigaristas se você preenche os requisitos para ser um verdadeiro pobre:

terça-feira, 9 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Que Você Quer Ser Quando Crescer?

Essa deve ser uma pergunta que você ouviu múltiplas vezes em toda a sua vida, no começo você pensava em coisas mirabolantes como: jogador de futebol, astronauta, piloto de corrida. Depois de um tempo você mudou para: médico, professor, advogado, “rico”. E agora você tem seus pensamentos definidos, porém você ainda precisa cursar o tão temido VESTIBULAR.

Mas eu não sou um bom aluno, como eu vou passar no Vestibular?

Bom, a resposta está abaixo:

domingo, 10 de julho de 2011

Primeiro Dia de Aula

Olá queridos leitores, no último post eu esqueci de falar algumas informações básicas como:
Meu nome: Bruno Lorensato Araujo.
Minha idade: 14 aninhos.
Meus interesses: que ainda não descobri.
Como entrei no blog?
Bom, se não fosse a Heloisa falar pra criar um blog isso não existiria, modéstia parte.
Enfim...
Hoje eu vou falar de outra história da minha vida bastante bizarra, é sobre o meu primeiro dia de aula num colégio estadual, 5ª série e aquela sensação de GRANDEZA. Let’s Go!

(A HISTÓRIA A SEGUIR NÃO É RECOMENDADA PARA MENORES DE 12 ANOS)

...Era uma bela segunda- feira, pois é as piores histórias ocorrem na segunda-feira, e eu tinha meu primeiro dia de aula num novo colégio, um colégio estadual, não estava mais me sentindo aquele bebezão que estudava num colégio municipal, agora eu era uma pré-adolescente (GRANDE coisa), eu estava na quinta série.
O colégio não era tão longe de casa, apenas uns 2km, por isso eu ia à pé junto ao meu irmão que ia apenas para verificar que eu não iria fugir da aula. Eu ansioso pelo novo colégio como todo bom NERD fazia diversas perguntas a ele, como que eram as salas, os professores, as aulas, e ele ia me explicando tudo, cada parte do colégio, ele falava de um modo que dava tanta liberdade, rebeldia, violência (hoje em dia essas mesmas palavras descrevem a cadeia), com essa palavras eu ia estimulava para o 1º DIA DE AULA, na metade do caminho, cerca de 1km de distância do colégio, ele falou algo bastante distante da minha realidade, ele usou as seguintes palavras:
- Se alguém perguntar: Vamos bater punheta no banheiro você diz: Não; se ele insistir você fala que isso é feio e não é de Deus. – eu então comecei a pensar, pensei, pensei novamente e perguntei:
- O que é bater punheta? – ele responde:
- Você não sabe? – eu digo:
- Não, o que é? – ele então me diz:
- Nada, só saiba que não é de Deus e você não deve fazer. – pergunto então:
- Mas por que não é de Deus? – ele então responde:
- Quando você ficar mais velho você descobre.
Como toda boa criança inocente, não liguei muito para o que era aquilo (se você não sabe o que é, você é puro, continue assim) e continuei indo ao colégio, naquele momento já estava suando devido ao tempo que estava caminhando ao inferno colégio. Finalmente chego, logo no portão há uma viatura da polícia militar em frente e nos portões pessoas revistando os alunos, eu pensei “ah que bom, significa que o colégio é seguro” (depois de um tempo eu descobri a realidade), passei pela revista sem nenhum problema, entro finalmente na cadeia escola e vejo toda a belíssima estrutura física do colégio, todo pintado de cinza e vermelho, com alguns lugares a tintura caindo e mostrando a antiga cor laranja, uma seleção de cores feito pelo órgão que mais entende da arquitetura moderna, o governo estadual.
Os banheiros mostravam toda a arquitetura contemporânea envolvida, banheiros sem portas, banheiros com portas, mas sem vasos sanitários, vasos com bombas implantadas que nem a S.W.A.T. descobriu até hoje e para finalizar um mictório que era feito do tanque de combustível de um caminhão que cheirava a cigarro e o ralo entupido com camisinhas, e depois que você fizesse a sua necessidade você tinha que sair do banheiro e ir até a pia externa que ficava do lado da porta no exterior do banheiro que para variar também era o bebedouro do colégio.
Ao ver esses pontos meus ânimos não eram mais os mesmo para estudar, e ia vendo o povo que chegava, eles eram maiores, mais velhos, mais fortes, mais feios e barbados do que minha pessoa, não tinha mais o sentimento de GRANDEZA, eu só queria ir embora e voltar pro meu colégio municipal onde eu era o mais velho, o mais feio, o mais alto e o mais NERD. Entrei na sala de aula e esperei o sinal, logo que bate entram uns neguinhos gritando como se estivessem num baile funk, me encararam como se eu fosse a princesa da Inglaterra, fiquei com medo, muito medo mesmo. Depois de algum tempo entrou a professora, dizia ser a de ciências, mas nem precisava falar, usava uma calça colada de couro preto, uma blusa de oncinha que mostrava seus seios caídos e tatuados devido a idade, sua bota era de cobra combinando com sua bolsa, e a blusa de oncinha deixava a mostra seu piercing no umbigo enrugado, ela também tinha um no nariz.
Fiquei enojado com a cena e quando ela se virou para escrever no quadro que sua calça de couro refletiu a luz do sol no meu rosto eu gritei:
- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!
...
E por hoje é isso gente, espero que tenham gostado, se gostaram sigam e divulguem o canal para um amigo, o vizinho, a professora do colégio.
Se você tem ou teve um colégio igual esse, meus sentimentos amigo.
Obrigado Pessoal!

sábado, 9 de julho de 2011

Sr. Drama e Suas Histórias

Olá caros leitores, quem vos escreve sou eu: o Sr. Drama segundo algumas pessoas, bom deixemos o vocabulário extremamente formal de lado.
Bom, sou um dos fundadores e design gráfico do Nerdice, Idiotice e Drama, a ideia surgiu numa noite de sábado do nada. Além do blog eu tenho um canal no YouTube o The2Guys1Mic, visite lá, por favor! Nós não copiamos o Zé Graça u.ú
Eu sou uma das pessoas mais pessimistas e dramáticas que eu mesmo conheço por isso minhas postagens serão quase sempre de coisas estranhas que aconteceram comigo, ou coisas sobre tecnologia, revelando meu EU NERD.

Maconha, Cadeira e Pêssegos.
Como eu estou sem criatividade, eu pedi para que 3 pessoas falassem 1 palavra cada uma para eu criar meu texto  e acabou resultando em: maconha, cadeira e pêssegos.
É meio impossível conseguir juntar essas 3 palavras em um texto que tenha sentido, então eu lembrei de um caso que ocorreu no meu antigo colégio que envolvia praticamente tudo isso, só que em vez de pêssegos, era um mamão. Vou começar:
...era um belo dia e como todo bom pré-adolescente eu estava ansciosíssimo para ir à escola em plena segunda feira e ter 2 aulas de matemática, chego ao colégio, entro na sala de aula e sento na minha carteira e espero o sinal bater, e a cambada os alunos entrarem na sala de aula, então o sinal toca e os inocentes alunos em seu lindo momento de reflexão próprio boquiabertos ao lembrarem que terão 2 aulas de matemática entram na sala de aula, logo atrás a professora.
Como toda boa aula de matemática, não conseguia tirar os olhos do relógio, passo 27 minutos assim, até que um garoto repetente mais velho me chama e diz:
- Olha Bruno o que eu tenho! – ele tira 2 papelotes de maconha de dentro de seu estojo rosa gay. Sem saber o que dizer ou fazer, digo:
- Legal! – e volto a olhar o relógio, sentado em minha linda e dura cadeira que dias depois se desmancharia na bunda de um garoto que já era Bulinado devido ao seu peso, o Bullying é feio gente não o pratiquem. Moral na história.
Alguns dias depois eu novamente em plena segunda feira observando o relógio na aula de matemática sou chamado pelo garoto repetente mais velho, eu me viro e ouço ele me oferecer um mamão, eu recuso e me viro novamente para o relógio.
...5 segundos depois... Poww!
O mesmo mamão foi  lançado/arremessado/atirado/jogado/tacado em direção ao quadro, mais precisamente em direção à professora.Ela se vira amedrontadamente e pergunta quem foi, ninguém responde, dá 5 segundos para que alguém fale, conta e não adianta, conta até 10 inutilmente. Então chama a gloriosa e temida coordenadora do colégio, conta até 5, mas novamente ninguém conta quem jogou o mamão, então num gesto de poder ela diz:
- Eu vou dar um pedaço de papel para cada um de vocês escreverem quem vocês ACHAM que atirou – todos escrevem o nome dos alunos mais comportados e quietos da sala e o nome do garoto mais bulinado da classe.
No final do dia, nada foi resolvido, não descobriram quem tacou o mamão, a professora não parou sua gloriosa aula de matemática onde ela nos ensinou a contar até 5 e se não resolver conte até 10 para você saber que contar não adianta...
Fim

Por hoje é isso gente, contei um dos casos bizarros da minha vida e em breve compartilharei mais. Espero que tenham gostado, caso sim siga e divulgue, por favor!
Obrigado!